sábado, 2 de junho de 2012

Dez passos para uma alimentação saudável

Para crianças menores de dois anos


Passo 1:
Dar somente leite materno até  os 6 meses, sem oferecer água, chás ou qualquer outro alimento.

Passo 2:
Ao completar 6 meses, introduzir  de forma lenta e gradual outros  alimentos, mantendo o leite  materno até os dois anos de idade  ou mais.

Passo 3:

Ao completar 6 meses, dar  alimentos complementares (cereais,  tubérculos, carnes, leguminosas,  frutas e legumes) três vezes ao dia,  se a criança estiver em aleitamento  materno.


Passo 4:

A alimentação complementar deve  ser oferecida de acordo com os  horários de refeição da família, em  intervalos regulares e de forma a  respeitar o apetite da criança.

Passo 5:
A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher; iniciar com a consistência pastosa (papas/purês) e,  gradativamente, aumentar a consistência até  chegar à alimentação da família.

Passo 6:
Oferecer à criança diferentes alimentos ao dia. Uma alimentação variada é uma alimentação colorida.

Passo 7:
Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições.

Passo 8:
Evitar açúcar, café, enlatados, frituras,  refrigerantes, balas, salgadinho e outras guloseimas, nos primeiros anos de vida.  Usar sal com moderação.

Passo 9:
Cuidar da higiene no preparo  e manuseio dos alimentos; garantir o seu armazenamento  e conservação adequados.

Passo 10:
Estimular a criança doente e convalescente a se alimentar,  oferecendo sua alimentação  habitual e seus alimentos preferidos,  respeitando a sua aceitação.

Fonte: Ministério da Saúde



Materno Infantil



É muito importante reforçarmos a importância e os benefícios da amamentação para a mãe e principalmente para o bebê. 
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) é essencial que o leite materno seja a alimentação exclusiva do recém-nascido durante os primeiros seis meses de vida.
O leite materno é rico em nutrientes como vitaminas, minerais, gorduras, açúcares e proteínas, todos apropriados para o organismo do bebê. Além disso, é o responsável por evitar doenças como diarreia, pneumonia, infecção no ouvido, entre outras, tornando-se o alimento ideal para a criança.
Em seus primeiros meses de vida, o bebê encontra-se vulnerável a qualquer tipo de contaminação. Ao alimentá-lo com substâncias que não sejam o leito materno, os riscos de utilizar água contaminada ou utensílios que não estejam adequadamente limpos são maiores, expondo o bebê a diversos tipos de infecções. É somente a partir dos seis meses que os bebês precisam de uma alimentação diversificada, porém a amamentação deve continuar até os dois anos ou mais para que a criança cresça mais saudável.
Segundo o Programa das Nações Unidas para a Infância (Unicef), os bebês não são os únicos beneficiados com o leite materno. Estudos comprovam que quanto maior o período da amamentação, menor são os riscos de câncer de mama e ovários nas mães. Além disso, diminui o sangramento da mulher após o parto, prevenindo a anemia materna, e faz o útero voltar mais rápido ao tamanho normal.

Fonte: Unicef, Ministério da Saúde